Omukae Death (2016)

Nota: ★★★★★10/10

Gênero: Sobrenatural, Comédia, Drama, Romance
País: Japonês
Episodio: 9
Duração: 58 min
Ano: 2016
Resumo: Madoka Tsutsumi (Sota Fukushi) é um estudante universitário. Ele raramente expressa os seus sentimentos e nunca fez nada por impulso na vida. Numa noite, testemunha uma luta física entre um homem idoso e um coelho cor-de-rosa. O coelho, surpreendido, pergunta a Madoka se ele consegue vê-los. Apresenta-se então como o Anjo da Morte e explica que o velho é um fantasma que faleceu no dia anterior.

Madoka, que passa a ver coisas que normalmente não deveria, acaba envolvido com a colega do Anjo da Morte, Nabeshima, e com o Anjo da Morte Yuzuko. Juntos, trabalham para resolver os assuntos pendentes dos mortos e ajudá-los a partir em paz. Com a ajuda da veterana Sachi Aguma (Tao Tsuchiya), Madoka permite que os espíritos dos falecidos possuam o seu corpo para poderem resolver os seus arrependimentos.

Elenco principal: 
  1. Sota Fukushi;
  2. Tao Tsuchiya;
  3. Ryohei Suzuki;
  4. Mugi Kadowaki;
  5. Kokone Hamada;
  6. Toru Nomaguchi;
  7. Yuki Morinaga;
  8. Karen Otomo;
  9. Takuya Negishi;
  10. Yu Hirukawa;
  11. Mako Ishino;
  12. Ren Osugi.



Opinião Pessoal: Este dorama surpreendeu-me imenso — foi muito melhor do que eu imaginava, já o vi a algum tempo e o único problema dele é? Fiquei com uma enorme vontade de ver mais episódios, e agora ando à procura do manga para ver se consigo prolongar um bocadinho esta história que tanto me tocou.

Chorei em praticamente todas as histórias, mas a da professora deixou-me particularmente abalada. Outra que mexeu comigo foi a da melhor amiga do protagonista. E, sendo sincera, acabei por shippar o Madoka mais com a Chisato Ogawa do que com a Sachi Aguma. Talvez porque a ligação entre eles me pareceu mais genuína.

O Madoka é um personagem muito inteligente, mas completamente perdido quando se trata de sentimentos e relações amorosas. Desde o início achei curioso — para não dizer estranho — o facto de os shinigamis se vestirem de coelhos. Mas, no fim das contas, percebemos que só o Nabeshima usa aquele disfarce, e há uma razão muito especial (e profundamente triste) por trás disso. Foi um verdadeiro murro no estômago quando se revela a história dele, ligada à sua vida passada e à memória que vai recuperando aos poucos. É impossível não se comover.

Aliás, o Nabeshima acabou por ser a minha personagem preferida — pela forma como equilibra aquele ar meio excêntrico com uma dor silenciosa que só se entende lá mais para o fim. A explicação para os uniformes coloridos também me pareceu bastante original: é por causa do chefe da secção ser uma criança, o que dá todo um toque bizarro, mas curioso, à narrativa.

Recomendo vivamente este dorama. Para além dos momentos comoventes — e há muitos — tem também uma boa dose de humor, o que torna a experiência emocionalmente equilibrada. Uma daquelas histórias que ficam connosco muito depois do ecrã escurecer.

Bye bye ˶ᵔ ᵕ ᵔ˶ 

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